segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Israel x Palestina

Por que é importante definir territórios? E estabelecer identidades nacionais? E governo próprio?
A concepção mais comum de território (na ciência geográfica) é a de uma divisão administrativa. Através de relações de poder, são criadas fronteiras entre países, regiões, estados, municípios, bairros e até mesmo áreas de influência de um determinado grupo. Para Friedrich Ratzel, o território representa uma porção do espaço terrestre identificada pela posse, sendo uma área de domínio de uma comunidade ou Estado.

Nesse sentido, o conceito de território abrange mais que o Estado-Nação. Qualquer espaço definido e delimitado por e a partir de relações de poder se caracteriza como território. Uma abordagem geopolítica, por exemplo, permite afirmar que um consulado ou uma embaixada em diferentes países, seja considerado como parte de um território de outra nação.
Portanto, o território não se restringe somente às fronteiras entre diferentes países, sendo caracterizado pela ideia de posse, domínio e poder, correspondendo ao espaço geográfico socializado, apropriado para os seus habitantes, independentemente da extensão territorial.

Afinal de contas, o que é um Estado-Nação? Sempre existiram? Quais são suas principais características? Quando começaram a ser importantes para história da Europa e da América? 
A ideia de Estado-Nação nasceu na Europa em finais do século XVII e início do século XIX. Provém ao conceito de ''Estado Razão'' do iluminismo, diferente da ''Razão de Estado dos século XVI e XVII.A razão passou a ser a força constituidora da dinâmica do Estado Nação, principalmente ao nível da administração dos povos. A ideia de pertença a um grupo de cultura, lingua e historia próprias a uma nação foi sempre umas das marcas do europeus nos últimos séculos, ideal que acabariam por transportar suas projeções coloniais. Há um efeito psicológico na emergência do Estado-Nação, pois a pertença do indivíduo a tal estrutura confere-lhe segurança e certeza, enquadramento e referência civilizacional. O Estado-Nação afirma-se por meio  de uma ideologia uma estrutura jurídica, a capacidade de impor uma soberania sobre um povo, num dado território com fronteiras, com uma moeda própria e forças armadas proprias também. É na essência conservador e tendencialmente totalitário

O que é um Estado laico?
Estado laico significa um país ou nação com uma posição neutra no campo religioso. Um Estado laico defende a liberdade religiosa a todos os seus cidadãos e não permite a interferência de correntes religiosas em matérias sociopolíticas e culturais.

A guerra de 1984:
Em 29 de novembro de 1947, um dia após a votação da Partilha da Palestina pelas Nações Unidas, o colono judeu Ehud Avriel foi convocado a comparecer diante da Agência Judaica, organização que representava os judeus da Palestina, antes da criação de Israel. Ele foi recebido por um homem robusto, de cabelos desgrenhados e grisalhos. Seu nome era Davi Ben Gurion, o líder supremo dos sionistas. Nascido na Polônia, ele fugira do anti-semitismo e dos pogroms (perseguição em massa) europeus em 1909, migrando para a Terra Santa. Lá, com seu carisma e liderança, tornou-se a encarnação viva da causa sionista. “Daqui a seis meses, declararemos a independência de Israel. Nesse mesmo dia, cinco exércitos árabes nos atacarão”, previu Ben Gurion, com incrível exatidão. “Se não conseguirmos obter armas com a máxima urgência, seremos aniquilados.” Em seguida, o chefe da Agência Judaica encarregou o correligionário de uma missão crucial: viajar à Europa para contrabandear armamentos. Avriel assentiu. No dia seguinte, pegou um avião para Genebra com uma lista quilométrica para comerciantes do mercado negro: 1 milhão de balas, mil metralhadoras e 1,5 mil submetralhadoras.

A guerra de 1957:
Guerra de Suez envolveu Israel, França e Inglaterra na disputa com o Egito pelo domínio de seu canal, o Canal de Suez. O motivo da guerra foi o desejo das nações capitalistas controlarem um ponto estratégico no Mar Vermelho, que permite ligar Europa à Ásia sem precisar contornar a África.


A guerra dos 6 dias de 1967:
Logo após a formação do Estado de Israel, os palestinos passaram a sofrer com as tensões e disputas recorrentes a esse complicado processo de ocupação territorial. Mediante o aval das grandes potências econômicas e bélicas do mundo, os israelenses obtiveram o privilégio de controlar parte do território palestino. Dessa maneira, desde 1949, a região da Palestina se transformou em um cenário onde as hostilidades e conflitos entre judeus e árabes se tornaram bastante comuns. 

Impossibilitados de fazer frente ao amplo apoio internacional angariado pelo novo Estado judeu, os palestinos criaram um movimento que reivindicava a criação de um Estado Palestino. O Al Fatah, teve entre seus principais articuladores a classe média palestina que foi obrigada a se retirar da região por conta do clima de intensa disputa e guerra. O termo fatah, que em árabe significa “guerra santa” ou “luta armada” também faz referência às iniciais do Movimento para a Libertação da Palestina. 
Após a investida israelense, o Egito colocou suas Forças Armadas prontas para o combate. Em maio daquele mesmo ano, a Jordânia e a Síria estabeleceram um Acordo de Defesa Mútua com o governo egípcio. Em resposta, Israel promoveu um ataque surpresa às forças egípcias. A tática surpreendeu os egípcios, que foram rendidos em menos de uma semana. Nesse mesmo conflito, a superioridade militar israelense subjugou as tropas jordanianas e sírias. No fim da guerra, Israel conseguiu ampliar seus territórios ao conquistar a Península do Sinai (repatriada ao Egito, em 1982), a Faixa de Gaza, a Cisjordânia e as Colinas de Golã.

Yon Kippum de 1973:
Em 1970, morreu no Egito o presidente Nasser. Seu sucessor, Anuar Sadat, imprimiria uma política mais pragmática. Sua preocupação inicial foi recuperar os territórios perdidos para Israel durante a Guerra dos Seis Dias. Com esse objetivo, o Egito e a Síria arquitetaram uma nova ofensiva militar contra Israel.
O ataque foi em 6 de outubro de 1973, quando os judeus comemoravam o Yom Kippur, ou Dia do Perdão. A Guerra do Yom Kippur começou com uma ampla vantagem para os árabes. A Síria conseguiu recuperar as Colinas do Golã, ao passo que o Egito tomou de volta um trecho da península do Sinai. Os israelenses reverteram à situação com a ajuda dos Estados Unidos. Depois de duas semanas, o exército de Israel já havia retomado as colinas do Golã e do Sinai, com exceção de uma estreita faixa junto à margem oriental do canal de Suez.
O fim da guerra do Yom Kippur trouxe importantes modificações no tabuleiro geopolítico do Oriente Médio. 

O que foi a Primavera Árabe:
 Primavera Árabe não se trata de um evento, de algo breve ou de uma estação do ano, trata-se de um período de transformações históricas nos rumos da política mundial. Entende-se por Primavera Árabe a onda de protestos e revoluções ocorridas no Oriente Médio e norte do continente africano em que a população foi às ruas para derrubar ditadores ou reinvindicar melhores condições sociais de vida.
Tudo começou em dezembro de 2010 na Tunísia, com a derrubada do ditador Zine El Abidini Ben Ali. Em seguida, a onda de protestos se arrastou para outros países. No total, entre países que passaram e que ainda estão passando por suas revoluções, somam-se à Tunísia: Líbia, Egito, Argélia, Iêmen, Marrocos, Bahrein, Síria, Jordânia e Omã. 

Principais líderes no contexto dos conflitos:

Yasser arafat


marwan barghouti

benjamin netanyahu


ariel sharon

Alguns infográficos:


quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Biografia de Valérie Zenatti autora do livro "Uma Garrafa no mar de Gaza"

Valérie Zenatti nasceu em Nice, em 1970, e, com a idade de treze nos se mudou para Israel, com a sua família. Quando fez 18 anos ela fez o serviço militar, que é exigido para homens e mulheres da mesma forma e logo depois retornou à França, lá trabalhou como vendedora, jornalista e professora de hebraico. Hoje, ele é uma autora, roteirista e tradutora. 
   Seus livros para crianças e adultos jovens, em grande parte são inspirados por suas experiências pessoas, se preocupam tanto com as experiências das crianças e culturas juvenis, e a vida cotidiana de jovens em meio aos conflitos culturais, políticos e religiosos entre Gaza e Jerusalém. Um exemplo disso é "Quando eu era um soldado", que descreve seu próprio tempo no serviço militar. Um autor descreveu sua abordagem para escrever o livro em uma entrevista com o "É mim, mas não sou eu". Ela diz: "É a minha história, mas eu escrevi-o como um romance. Não é um livro de memórias exatas".
   Embora haja uma notável ausência de discussão política neste romance para jovens adultos, seu segundo livro, "A garrafa no mar de Gaza", reflete sobre a política de Valérie Zenatti confronto em seus primeiros anos em Israel. Depois de um atentando suicida em um lugar público no bairro, ela decide dar uma cara para o chamado inimigo na Faixa de Gaza. Através de mensagens em garrafas e coincidências, ela começa a conhecer Naim. E os dois se comunicam por e-mail. Esta é uma descrição narrativa do primeiro passo para aproximar-
se e superar os estereótipos arraigados de posições culturais e políticas

Poema: Céu de Manuel Bandeira


A criança olha 
Para o céu azul 
Levanta a mãozinha 
Quer tocar o céu.



Não sente a criança 
Que o céu e ilusão:
Crê que o não alcança,
Quando o tem na mão.


Quem é Manuel Bandeira?
Este notável poeta do modernismo brasileiro nasceu em Recife, Pernambuco, no ano de 1886.  Teve seu talento evidenciado desde cedo quando já se destacava nos estudos.Durante o período em que cursava a Faculdade Politécnica em São Paulo, Bandeira precisou deixar os estudos para ir à Suíça na busca de tratamento para sua tuberculose. Após sua recuperação, ele retornou ao Brasil e publicou seu primeiro livro de versos, Cinza das Horas, no ano de 1917; porém, devido à influência simbolista, esta obra não teve grande destaque. Dois anos mais tarde este talentoso escritor agradou muito ao escrever Carnaval, onde já mostrava suas tendências modernistas. 
Posteriormente, participou da Semana de Arte Moderna de 1922, descartando de vez o lirismo bem comportado. Passou a abordar temas com mais encanto, sendo que muitos deles tinham foco nas recordações de infância. Além de poeta, Manuel Bandeira exerceu também outras atividades: jornalista, redator de crônicas, tradutor, integrante da Academia Brasileira de Letras e também professor de História da Literatura no Colégio Pedro II e de Literatura Hispano-Americana na faculdade do Brasil, Rio de Janeiro. Este, que foi um dos nomes mais importantes do modernismo no Brasil, faleceu no ano 1968.

Literatura em vídeo

Nos foi proposto baseado em um conto a professora IIvanita Barbosa da disciplina de Língua Portuguesa, a criação de uma curta mensagem. ou seja Literatura em vídeo.

O grupo com o qual eu trabalhei (Ariane Campnha e Aline Dubanhetivz) selecionou o conto "O Búfalo" de Clarice Lispector. Pensamos que por ser um conto gostoso de se ler, também seria um conto gostoso de se assistir. Espero que gostem!

Trabalho com o livro: "Todos contra Dante"- Bullying

Após a leitura do livro "Todos contra Dante" de Luís Dill, nos foi dada a proposta de criar uma campanha em trio sobre o tema abordado no livro, bullying. Nesse post, irei mostrar para vocês o resultado final do meu trabalho junto ás minhas colegas Ariane Campnha e Aline Dubanhetivz.

Charge:













Uma das propostas passadas, foi a criação de uma charge sobre o assunto. A nossa charge aborda quando um filho fala para mãe que conhece o mundo de vive.

Tirinha :









Criamos uma tirinha, talvez seja que você sofra  bullying e queríamos mostra que você e mais que as pessoas pensam de você, mais do que critica. 

Livro:Uma Garrafa no Mar de Gaza

Valérie Zenatti nasceu em Nice, em 1970, e, com a idade de treze nos se mudou para Israel, com a sua família. Quando fez 18 anos ela fez o serviço militar, que é exigido para homens e mulheres da mesma forma e logo depois retornou à França, lá trabalhou como vendedora, jornalista e professora de hebraico. Hoje, ele é uma autora, roteirista e tradutora. 
   Seus livros para crianças e adultos jovens, em grande parte são inspirados por suas experiências pessoas, se preocupam tanto com as experiências das crianças e culturas juvenis, e a vida cotidiana de jovens em meio aos conflitos culturais, políticos e religiosos entre Gaza e Jerusalém. Um exemplo disso é "Quando eu era um soldado", que descreve seu próprio tempo no serviço militar. Um autor descreveu sua abordagem para escrever o livro em uma entrevista com o "É mim, mas não sou eu". Ela diz: "É a minha história, mas eu escrevi-o como um romance. Não é um livro de memórias exatas".
   Embora haja uma notável ausência de discussão política neste romance para jovens adultos, seu segundo livro, "A garrafa no mar de Gaza", reflete sobre a política de Valérie Zenatti confronto em seus primeiros anos em Israel. Depois de um atentando suicida em um lugar público no bairro, ela decide dar uma cara para o chamado inimigo na Faixa de Gaza. Através de mensagens em garrafas e coincidências, ela começa a conhecer Naim. E os dois se comunicam por e-mail. Esta é uma descrição narrativa do primeiro passo para aproximar-
se e superar os estereótipos arraigados de posições culturais e políticas.

Biografia de Carlos Drummond de Andrade


Poeta, cronista, contista e tradutor brasileiro. Sua obra traduz a visão de um individualista comprometido com a realidade social.

Na poética de Carlos Drummond de Andrade, a expressão pessoal evolui numa linha em que a originalidade e a unidade do projeto se confirmam a cada passo. Ao mesmo tempo, também se assiste à construção de uma obra fiel à tradição literária que reúne a paisagem brasileira à poesia culta ibérica e européia.

Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira MG, em 31 de outubro de 1902. De uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade natal, em Belo Horizonte e com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo RJ, de onde foi expulso por "insubordinação mental". De novo em Belo Horizonte, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.

Ante a insistência familiar para que obtivesse um diploma, formou-se em farmácia na cidade de Ouro Preto em 1925. Fundou com outros escritores A Revista, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Excelente funcionário, passou depois a trabalhar no Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e se aposentou em 1962. Desde 1954 colaborou como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, no Jornal do Brasil.

Predomínio da individualidade. O modernismo não chega a ser dominante nem mesmo nos primeiros livros de Drummond, Alguma poesia (1930) e Brejo das almas (1934), em que o poema-piada e a descontração sintática pareceriam revelar o contrário. A dominante é a individualidade do autor, poeta da ordem e da consolidação, ainda que sempre, e fecundamente, contraditórias. Torturado pelo passado, assombrado com o futuro, ele se detém num presente dilacerado por este e por aquele, testemunha lúcida de si mesmo e do transcurso dos homens, de um ponto de vista melancólico e cético. Mas, enquanto ironiza os costumes e a sociedade, asperamente satírico em seu amargor e desencanto, entrega-se com empenho e requinte construtivo à comunicação estética desse modo de ser e estar.

Vem daí o rigor, que beira a obsessão. O poeta trabalha sobretudo com o tempo, em sua cintilação cotidiana e subjetiva, no que destila do corrosivo, no que desmonta, dispersa, desarruma, do berço ao túmulo -- do indivíduo ou de uma cultura.

Em Sentimento do mundo (1940), em José (1942) e sobretudo em A rosa do povo (1945), Drummond lançou-se ao encontro da história contemporânea e da experiência coletiva, participando, solidarizando-se social e politicamente, descobrindo na luta a explicitação de sua mais íntima apreensão para com a vida como um todo. A surpreendente sucessão de obras-primas, nesses livros, indica a plena maturidade do poeta, mantida sempre.

Alvo de admiração irrestrita, tanto pela obra quanto pelo seu comportamento como escritor, Carlos Drummond de Andrade morreu no Rio de Janeiro RJ, no dia 17 de agosto de 1987, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrad

Poema: Consolo na praia de Carlos Drummond de Andrade

Vamos, não chores.
A infância está perdida.
A mocidade está perdida.
Mas a vida não se perdeu.

O primeiro amor passou.
O segundo amor passou.
O terceiro amor passou.
Mas o coração continua.

Perdeste o melhor amigo.
Não tentaste qualquer viagem.
Não possuis carro, navio, terra.
Mas tens um cão.

Algumas palavras duras,
em voz mansa, te golpearam.
Nunca, nunca cicatrizam.
Mas, e o humour?

A injustiça não se resolve.
À sombra do mundo errado
murmuraste um protesto tímido.
Mas virão outros.

Tudo somado, devias
precipitar-te, de vez, nas águas.
Estás nu na areia, no vento...
Dorme, meu filho.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Índios do Brasil

     Antes do documentário Índios do Brasil minha visão de quem era eles bem diferente.
     Não sabia que sofria preconceito, e muitos deles chegar até não assumir que são
descrentes ou mesmo parentes. pensava que excitam poucos no Brasil mais descobrir
que ainda tem bastante.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Filme relacionado a comparação ao capítulo 6 do livro "Ekoaboka"


Este vídeo esta relacionada capitulo seis com o livro Ekoacoka com a saudade que todos iriam sentir, e com as lembranças que teriam um dos outros.
Certamente o menino seria os Índios e a Senhora a família que estava partindo, e que as recordações que teriam um do outro seriam mostradas com algum objeto.

Música relacionada a comparação do capítulo 6 do livro "Ekoaboka"

Escolhemos o capitulo seis, a musica despedida do Roberto Carlos. A musica esta descrevendo uma pessoa que esta partindo mais esta deixando seu coração com ela e por isso comparamos  que Chantal deixou seu coração com Catu e o mesmo dele, e foi uma despedida difícil para toda família, pois tinha se apegado com a nova vida da família.

Síntese do conto "Uma galinha" de Clarice Lispector


Uma galinha que foi comprada para servir de refeição a uma família, mas que consegue fugir num voo desajeitado. É a luta por vida. No entanto, é perseguida pelo chefe da família, numa corrida pelos telhados da vizinhança, até ser agarrada. De volta ao lar opressor, no meio do estresse misteriosamente a ave bota um ovo.
Tal ato mostra-se tão sagrado, pois que à véspera da morte ela dá vida, que acaba sendo poupada, tornando-se o xodó da casa. O tempo passa .Um dia acaba por servir de refeição


Imagem retirada: wwe.manipula.rt.br
                   

Síntese no conto "Laços de família" de Clarice Lispector


Depois de duas semanas de visita, Catarina levava a sua mãe para a estação, onde a senhora tomaria o trem. Elas estão no táxi. Catarina recorda-se do desconforto causado pela breve convivência entre a sua mãe e o seu marido. Catarina tinha vontade de rir. Ria então pelos olhos. A mãe desta jovem mulher chamava-se Severina, A severa mãe, em tom de desafio e acusação, lembrava o quanto o menino, seu neto, estava magro. Catarina concordava paciente. Antônio, esposo de Catarina e pai do menino nervoso, certa noite irritou-se com tais observações da sogra. De repente, uma freada do carro lançou as duas mulheres uma contra a outra, provocando entre elas uma brusca intimidade de corpos já esquecida. Não esqueci nada?”“, perguntava Severina pela terceira vez. Catarina nunca foi de muitos carinhos e intimidades com a mãe.  Muito achegada ao pai, cheia de beijos, abraços. Dentro do trem, como elas não tivessem o que dizer, a mãe retirou um espelho da bolsa. Quando a campainha da estação tocou, mãe e filha se olharam assustadas, chamando uma pela outra. Parecia que, todos aqueles anos, elas se tinham esquecendo-se de dizer algo, como: sou tua mãe, Catarina. E ela deveria ter respondido: e eu sou tua filha. Mas não o disseram.
Mandaram lembranças para os parentes, e o trem se foi. Agora, sem a mãe, Catarina recuperava o seu modo firme de andar. Caminhar sozinha era mais fácil, nada a impediria de subir mais um degrau todo o Dias.
Catarina voltou para casa. Encontrou o marido na sala, lendo os jornais de sábado, o seu dia tomado de volta com a partida da sogra. O menino magro e nervoso estava no quarto. Procurando chamar a atenção do filho, a mãe sacudia uma toalha na sua frente. Foi quando pela primeira vez, o menino lhe disse: 'Mamãe', sem nada pedir, e num tom diferente do que usava antes. Alguma coisa se quebrara entre eles e Catarina estava extasiada. Tomou o seu filho pela mão e saíram para um passeio, deixando Antônio  na sala, sem saber aonde iam O homem dirigiu-se a janela e viu, já na calçada, a mulher e o filho. Ele olhava pela janela, a mulher andando depressa com o filho. Decidiu que depois do jantar iriam ao cinema. Depois do cinema, seria noite.
Imagem retirada: www.letrasmaleescrita.blogspot.com

Síntese do conto "Amor" de Clarice Lispector


Ana era uma dona de casa preocupada com seus afazeres de rotina. Tinha marido, filhos. Certo dia saiu para fazer compras para o jantar e, ao retornar para casa, já dentro de um bonde, foi surpreendida por um cego parado no ponto, que mascava chiclete. Isso despertou em Ana novas sensações.
 A distração era tão grande, que Ana acabou perdendo o ponto que a faria retornar para casa, por isso, desceu próximo ao Jardim Botânico. Ficou toda a tarde observando cada detalhe do local. Em certo momento, lembrou-se dos filhos, do marido e do jantar, o que a fez correr.
Assim que chegou, também passou a ver o filho, o marido e a própria casa de maneira diferente, parecia que o amor por todos havia aumentado. 
Imagem retirada: www.penseforadacaixa.com

terça-feira, 16 de abril de 2013

Carta- Água o bem mais precioso


 São Bernardo do Campo, 05 de março de 2013
 Gabrielle,
Gabrielle estou escrevendo esta carta para falar um assunto muito importante que é água. A água é um dos recursos naturais mais importantes da terra, e sem ela nós não sobrevivemos.
E cada vez mais ela vem acabando, pois estamos desperdiçados muito, demorando no banho, lavando a louça com a torneira aberta, lavando o carro com mangueira e entre outras coisas.
A água e um recurso natural que tem no mundo mais por está desperdiçado ela vem acabando e qualquer momento pode acaba-la, e sem água não vivemos pois termos que toma pelo menos dois litros de água por dia
Mais com cuidar de um bem tão precioso?
Começar agir com a cabeça e pensa que um dia outra geração poderá ficar sem ela. Não desperdiçar, tomar banho rápido, lavar a louça com a torneira fechada, lavar o carro com balde e com pequenas atitudes podemos ajudar o nosso planeta. Com cada um fazendo sua parte o planeta irá agradecer e a água dará para todos.
Bom Gabrielle, só queria lembra um pouquinho sobre a água, como podemos usa-la corretamente é qual é o tamanho desperdiço.
Muito obrigada pela atenção.

Melissa Medeiros 

                                       Imagens retirada:www.guiame.com.br

Produção Textual Avaliada pela Professora IIvanita- Realizada em 12/03/2013


Eles estavam com tanta felicidade, mas no meio da cerimônia quando trocavam as alianças, apareceu um belo moço de moto preta a frente da igreja. Todos olham para trás. O coração dela começa a bater mais rápido, logo reconhece quem estava na moto, nessa hora não sabia o que fazer, mas sai correndo em direção a ele, o moço da moto. Todos se perguntavam o porque. O noivo tentava se consolar com sua mãe.
Na moto, quando já estavam a certa distancia da igreja param. Desceu o moço misterioso, tirou o capacete. Ela já sabia quem era e só confirmou suas suspeitas, era um belo jovem de olhos escuros e cabelos castanhos os olhos não paravam de se olha. A moça muito feliz, mais ao mesmo tempo triste.
O nome dele era Felipe, eles se conheciam desde crianças, era um pequeno amor que floresceu desta fase, até a fase adulta, mas por um acaso da vida, Aline precisou mudar para outra cidade e depois de um tempo perdeu o contado, mas o amor continuou e Aline pediu Felipe que em casa ele conversasse melhor, e ela mostrou o caminho a ele.
Quando chegou, perguntou a ele como é que sabia que ela iria se casar, ele respondeu: descobri uma amiga em comum entre nós que tinha comentando sobre o casamento, com te amo como nunca amei outra mulher resolvi correr atras e ir até o casamento e declarar o meu amor por ti. Um problema a noiva tinha que se explicar com o noivo. Então ligou para ele e contou o acontecido. Ele entendeu mais ficou chateado.
Mas, no final das contas Felipe e Aline ficaram juntos, e dali em diante não se separam mais.
                                      Imagem retirada:www.casamentoclick.com.br

Influência Indígena na Língua Portuguesa:


Fomos à biblioteca e pesquisamos a influência das palavras indígena no vocabulário brasileiro e descobrir varias palavras que falamos e não sabia que era de origem indígena.
Como vários animais como o jacaré que é um crocodilo, e comidas e frutas como o abacaxi que é um fruto espinhoso e com cheiro forte, a mandioca, pipoca e entre outras.
Espécie de arvores com o ipê que cobre todas as flores amarela ou roxas, e alguns brinquedos como a peteca que é uma bola achatada e leve com penas grandes. 



segunda-feira, 15 de abril de 2013

Soneto acerca do livro:EKOABOKA

Uma flor
Um amor
Uma despedida
Uma dor

Conseguiram bons resultados,
Para os mosquitos infectados
No laboratório, seus desejos conquistados

Lembranças das araras vermelhas voando
Sempre meigos e amorosos jamais se desgrudando
Com a beleza que coloria o Céu
Cadu e Chantal eram um casal de mel


Ekoaboka uma transformação
uma lembrança, uma recordação
eram que todos iriam sentir.Como uma verdadeira paixão.

sábado, 13 de abril de 2013

Biografia de Clarice Lispector

  Clarice nasceu em 1920, na Ucrânia, então das repúblicas da extinta União Soviética.
  De família judia, chegaram ao Brasil com os pais e mais duas irmãs e 1922 e foi naturalizada brasileira. Morou primeiro em Maceió. Perdeu sua mãe em 1930 
e três anos depois, o seu pai mudou-se com as filhas para o Rio Janeiro. No Rio, Clarice formou-se em Direito, trabalhou como jornalista e iniciou sua carreira literária como o romance Perto do coração selvagem, em 1943.
  Viveu muitos anos no exterior, em função do casamento com o diplomata Maury Gurgel Valente, com quem teve dois filhos, Pedro e Paulo. Clarice morreu em nove de dezembro de 1977, no Rio de Janeiro, um dia antes de completar 57 anos.
  A contribuição da obra de Clarice Lispector na liteira brasileira está, sobretudo, na produção de romance introspectivo, raridade entre as nossa produção literária.
Escreveu três livros de literatura infantil para seu filho ele considerava fácil se comunicar com as crianças, pois tinha natureza maternal.
    

sábado, 23 de março de 2013

Entrevista de Clarice Lispector


  Clarice Lispector deu uma entrevista na TV Cultura no ano de 1977 onde morreu de câncer no mesmo ano.
  Ela casou com um diplomado no Brasil mais nasceu na Ucrânia. Criava desde criança, inventou até uma história que não tinha fim.
  Considerava uma escritora amadora não profissional, pois escrevia quando queria e não fazia questões.
  Achava mais fácil comunicar com as crianças pelo o seu lado maternal e com os adultos mais difíceis, pois estava se comunicando com o mais secreto de si mesma.
  Gostava de escrever sem público alvo determinado, apenas escrever.Sua produção era caótica e fora da realidade era o que achava.